Apuração
Vereador · 2020 · PSB

Cláudio Mala Velha

Cláudio Roberto Pereira · nasceu em 1958

Cláudio Mala Velha se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PROS2020PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PROS (2016), PSB (2020).

VereadorPartidoPROSPSB201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Três Rios (RJ)
    PSB 40633· centro-esquerda
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Três Rios (RJ)
    PROS 90633· direita· na urna, Claudio Mala Velha
    suplente621 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Cláudio Mala Velha declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 19 mil, 53% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Três Rios (RJ) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 18,6 mil
53% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,6 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 9.90653,3%
  2. PessoasR$ 8.49145,7%
  3. Outros candidatosR$ 1871%

Para onde foi

R$ 18,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,3 mil.
  1. Material impressoR$ 8.96149,1%
  2. PessoalR$ 7.07638,8%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1.4157,8%
  4. EventosR$ 8074,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Três Rios (RJ), 2020

Cláudio Mala Velha: R$ 46,6 por voto (mediana da disputa, R$ 80,6). Quem venceu, Rogério Camarinho, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 220; o mais barato, R$ 11,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cláudio Mala Velha. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Isaias De Oliveira PSLR$ 106 mil · 481 votosR$ 220
  • Fabinho Da Luz PRTBR$ 24 mil · 173 votosR$ 139
  • Thiago Vila Verde PLR$ 33 mil · 261 votosR$ 126
  • Romilda REDER$ 23 mil · 195 votosR$ 115
  • Nilciano REPUBLICANOSR$ 23 mil · 238 votosR$ 98,3
  • Clecinho PTBR$ 75 mil · 821 votosR$ 91,5
  • Wallax Carioca REPUBLICANOSR$ 35 mil · 430 votosR$ 80,6
  • Celso Jacob Filho MDBR$ 30 mil · 423 votosR$ 71,9
  • Rozemar Guezo PVR$ 20 mil · 410 votosR$ 48,7
  • Cláudio Mala Velha PSBR$ 18 mil · 392 votosR$ 46,6
  • Jonas Dico PSLR$ 18 mil · 644 votosR$ 27,6
  • Rogério Camarinho DEMR$ 17 mil · 1.485 votosR$ 11,4

Votos por real

  • 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.