Claudio Donizete
Claudio Donizete dos Reis · nasceu em 1973
Claudio Donizete se candidatou em 5 eleições, de 2018 a 2026, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSTU.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2026, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2026: 53 anos, ensino médio, técnico de eletricidade, eletrônica e telecomunicações, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 20261º suplente de senador · São PauloPSTU 161· esquerdaNa chapa de Dra Eliana Ferreirachapa não eleita65.200 votos da chapa
- 2024
- 2022Deputado federal · São PauloPSTU 1600· esquerdanão eleito667 votos; 859º mais votado de 1.429 no estado
- 2020
- 2018Deputado federal · São PauloPSTU 1600· esquerda· na urna, Cláudio Donizetenão eleito851 votos; 888º mais votado de 1.483 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Claudio Donizete teve 667 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 859º lugar entre 1.429 candidatos.
Recebeu votos em 90 cidades. São Paulo deu 28,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,7%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2026, Claudio Donizete declarou R$ 279,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2018 e 2026, o total subiu R$ 52 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Claudio Donizete declarou ao TSE R$ 209 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 91 mil, 93% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · São Bernardo do Campo (SP) · PSTU · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Socialista Dos Trabalhadores Unificado PstuR$ 85,1 mil93,5%
- Próprio bolsoR$ 5.0285,5%
- PessoasR$ 8911%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Projeto Ip Grafis Solucoes Graficas LtdaR$ 67,3 mil73,9%
- InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 8.6379,5%
- EscritórioR$ 4< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, São Bernardo do Campo (SP), 2024
Claudio Donizete: R$ 60,4 por voto (mediana da disputa, R$ 66,5). Quem venceu, Marcelo Lima, gastou R$ 93,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 93,9; o mais barato, R$ 44,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Claudio Donizete. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo Lima PODER$ 11,2 milhões · 119.593 votosR$ 93,9
- Flávia Morando UNIÃOR$ 7,8 milhões · 89.276 votosR$ 87,4
- Alex Manente CIDADANIAR$ 7,4 milhões · 110.791 votosR$ 66,5
- Claudio Donizete PSTUR$ 91 mil · 1.507 votosR$ 60,4
- Luiz Fernando PTR$ 4,3 milhões · 96.426 votosR$ 44,1
Votos por real
- 2024, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2022, deputado federal: 10 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 171 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.