Apuração
Vereador · 2016 · PODE

Claudio do Transporte Legal

Claudio Henrique da Silva · nasceu em 1968

Claudio do Transporte Legal se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,02← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSB2012PSB2016PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSB (2008–2012), PODE (2016).

VereadorPartidoPSBPODE20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PODE 19046· direita
    suplente
  2. 2012
    PSB 40105· centro-esquerda
    suplente
  3. 2008
    PSB 40105· centro-esquerda· na urna, Cláudio do Transporte Legal
    suplente541 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Claudio do Transporte Legal declarou R$ 105,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 56,6 mil acima da inflação.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 105,2 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 48.000 na declaração)

Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.

Cada quadrado é 1% de R$ 105,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Claudio do Transporte Legal declarou ao TSE R$ 105 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 54 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Rio das Ostras (RJ) · PODE · suplente

De onde veio

R$ 12,3 mil
0% veio de fundos públicos; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,3 mil.
  1. PessoasR$ 6.47752,8%
  2. PartidoR$ 2.92823,8%
  3. Próprio bolsoR$ 1.61913,2%
  4. Outros candidatosR$ 1.25210,2%

Para onde foi

R$ 12,3 mil
O maior gasto foi com serviços: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,3 mil.
  1. ServiçosR$ 4.85839,4%
  2. Material impressoR$ 4.40735,7%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 2.28018,5%
  4. OutrosR$ 7426%
  5. EscritórioR$ 500,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio das Ostras (RJ), 2016

Mediana da disputa: R$ 97,6 por voto. Quem venceu, Dr. Fabio Simões, gastou R$ 48,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 236; o mais barato, R$ 48,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 1,9 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.