Apuração
Vereador · 2024 · PL

Claudio da Ambulancia

Claudinei Pereira da Silva · nasceu em 1970

Claudio da Ambulancia disputou uma eleição, em 2024, para vereador (Delfinópolis (MG)), pelo PL: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,76← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPL2024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Delfinópolis (MG)
    PL 22345· direita
    suplente111 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Claudio da Ambulancia declarou R$ 341 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 341 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 308.641 na declaração)

Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.

  • Claudio da AmbulanciaR$ 341 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 341 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Terreno urbano vago em passos/mgR$ 165,7 mil
    Terreno
  2. Case residencial em delfinópolisR$ 77,3 mil
    Casa
  3. Van/microonibus ano 1997R$ 33,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Caminhonete L200 gls ano 2001/2002R$ 29,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Aplicação no banco do brasilR$ 26 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  6. Saldo em conta corrente em bancosR$ 6.666
    Conta corrente no país
  7. Motocicleta xl 250R ano 1983R$ 1.768
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Capita social da saromcrediR$ 560
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Claudio da Ambulancia declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, em reais de hoje, 13% de dinheiro público.

2024 · Vereador · Delfinópolis (MG) · PL · suplente

De onde veio

R$ 1.516
13% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.516.
  1. Próprio bolsoR$ 1.31286,6%
  2. Outros candidatosR$ 20313,4%

Para onde foi

R$ 1.291
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Delfinópolis (MG), 2024

Claudio Da Ambulancia: R$ 11,6 por voto (mediana da disputa, R$ 8,57). Quem venceu, Jaqueline Esteticista, gastou R$ 2,59 por voto. O voto mais caro custou R$ 115; o mais barato, R$ 2,59.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Claudio Da Ambulancia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.