Claudio Adão
Claudio Adão Lima · nasceu em 1976
Claudio Adão se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: DEM (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, ensino médio, gerente, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudio Adão declarou R$ 924,9 mil em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 385,2 mil acima da inflação.
Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Claudio AdãoR$ 924,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 50% Direito de apartamento edificio fiorella campo mourãoR$ 441,2 milApartamento
- 50% Terreno da quadra 2 lote 5 jardim villaggio trombini…R$ 150,8 milTerreno
- BrasilR$ 143,6 milDinheiro em espécie
- Veículo honda civic 2016/2017 placa GDR6B88R$ 100,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Bradesco vida e previdenciaR$ 57,5 milPrevidência VGBL
- Fundos banco do brasilR$ 16,4 milFundo de Investimento Imobiliário
- Banco bradescoR$ 11,2 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Banco bradescoR$ 3.646Caderneta de poupança
- Conta corente banco bradescoR$ 1Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Claudio Adão declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Araruna (PR) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.06141,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 70827,8%
- ServiçosR$ 42516,7%
- RepassesR$ 26710,5%
- EscritórioR$ 863,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Araruna (PR), 2020
Claudio Adão: R$ 11,7 por voto (mediana da disputa, R$ 13,8). Quem venceu, Rene Duarte, gastou R$ 6,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 60,2; o mais barato, R$ 6,04.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Claudio Adão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eber Fulanetto PSDR$ 2,8 mil · 47 votosR$ 60,2
- Batistinha DEMR$ 3,6 mil · 73 votosR$ 49
- Ramon Marçal Fanti PSDR$ 4,5 mil · 134 votosR$ 33,6
- Pedro Ricardo PRTBR$ 3 mil · 100 votosR$ 30,2
- Carlinhos Pinto DEMR$ 4,1 mil · 145 votosR$ 28,1
- Zino DEMR$ 2,6 mil · 134 votosR$ 19,5
- Nata CIDADANIAR$ 6,1 mil · 444 votosR$ 13,8
- Olimpinho PRTBR$ 2,8 mil · 225 votosR$ 12,2
- Claudio Adão PLR$ 2,5 mil · 218 votosR$ 11,7
- Henrique CIDADANIAR$ 2,8 mil · 345 votosR$ 8,22
- Neno CIDADANIAR$ 2,5 mil · 325 votosR$ 7,76
- Rene Duarte CIDADANIAR$ 2,6 mil · 426 votosR$ 6,04
Votos por real
- 2020, vereador: 96 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.