Claudinei de Jesus
Claudinei de Jesus Gomes Pinto · nasceu em 1979
Claudinei de Jesus se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PC do B (2018), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, ensino médio, vigilante, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Minas GeraisPC do B 65050· esquerdasuplente337 votos; 869º mais votado de 1.255 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Claudinei de Jesus teve 337 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 869º lugar entre 1.255 candidatos.
Recebeu votos em 27 cidades. Jeceaba deu 57,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudinei de Jesus declarou R$ 39,4 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2018 e 2020, o total caiu R$ 31,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Claudinei de JesusR$ 39,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Claudinei de Jesus declarou ao TSE R$ 9,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 8,4 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jeceaba (MG) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.03069,5%
- Próprio bolsoR$ 45330,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 43996,9%
- EscritórioR$ 143,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Jeceaba (MG), 2020
Claudinei De Jesus: R$ 15,1 por voto (mediana da disputa, R$ 8,47). Quem venceu, Juninho Do Batista, gastou R$ 2,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 24,8; o mais barato, R$ 2,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Claudinei De Jesus. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Aritana Do Deusdete REPUBLICANOSR$ 793 · 32 votosR$ 24,8
- Fabinho Do Bene PPR$ 651 · 36 votosR$ 18,1
- Claudinei De Jesus REPUBLICANOSR$ 453 · 30 votosR$ 15,1
- Braizim Dos Graia PDTR$ 1,6 mil · 155 votosR$ 10,3
- Denilson De Caetano PPR$ 1,6 mil · 183 votosR$ 9,00
- Luizao PPR$ 474 · 53 votosR$ 8,95
- Ed Wilson PSDBR$ 1,2 mil · 137 votosR$ 8,47
- Tiquinho Do Ze Da Dulce PDTR$ 906 · 121 votosR$ 7,49
- Jesus Matosinhos PDTR$ 1,4 mil · 260 votosR$ 5,44
- Chiquinho PSDBR$ 1,1 mil · 208 votosR$ 5,31
- Roseny Do Laboratorio PPR$ 1,7 mil · 344 votosR$ 5,07
- Juninho Do Batista PSDBR$ 1,2 mil · 418 votosR$ 2,81
Votos por real
- 2020, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 75 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.