Apuração
Deputada federal · 2014 · PT

Claudia Kohler

Claudia Ribeiro Kohler · nasceu em 1967

Claudia Kohler se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2014, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2012PT2014PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. federalPrefeitaVice-prefeitaVereadoraPartidoPT200420062008201020122014
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada federal, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 47 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputada federal · Rio Grande do Sul
    PT 1323· centro-esquerda
    suplente2.187 votos; 137º mais votada de 308 no estado
  2. 2012
    PT 13013· centro-esquerda
    não eleita
  3. 2008
    Vice-prefeita · Bom Retiro do Sul (RS)
    PT 40· centro-esquerda· na urna, Claudia Köhler
    Na chapa de Celso Pazuch
    chapa eleita4.200 votos da chapa, 52,0%
  4. 2004
    PT 13· centro-esquerda
    não eleita462 votos, 6,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Claudia Kohler teve 2.187 votos para deputada federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 137º lugar entre 308 candidatos.

Recebeu votos em 175 cidades. Bom Retiro do Sul deu 41,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,0%.

2.187 votos
votos para deputada federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 2.187 votos.
  1. Bom Retiro do Sul (RS)910 votos41,6%
  2. Porto Alegre (RS)203 votos9,3%
  3. Estrela (RS)107 votos4,9%
  4. Lajeado (RS)94 votos4,3%
  5. Teutônia (RS)45 votos2,1%
  6. Outras 160 cidades524 votos24%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Claudia Kohler declarou R$ 656,8 mil em bens, em reais de hoje: 7,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2014, o total subiu R$ 249,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 656,8 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 338.678 na declaração)

Declarou 7,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2014.

  • Claudia KohlerR$ 656,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 92,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 656,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Uma casa residencial sito a rua 10 de junhoR$ 397,5 mil
    Casa
  2. Area de terra localizada em linha cupidoR$ 248,2 mil
    Terra nua
  3. Veiculo GM chevetteR$ 9.696
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Quota de capital social banco sicredi em 31/12/20013R$ 958
    Quotas ou quinhões de capital
  5. Saldo de caderneta de poupanca banrisulR$ 258
    Caderneta de poupança
  6. Aplicacao financeiro da coop. de cred livr adm assoc ouro…R$ 99
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Claudia Kohler declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputada federal: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputada federal · Rio Grande do Sul · PT · suplente

De onde veio

R$ 12,3 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,3 mil.
  1. PartidoTudo de Pt - Partido Dos Trabalhadores Diretorio RegionalR$ 5.76046,9%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 3.84031,3%
  3. Próprio bolsoR$ 2.66921,8%

Para onde foi

R$ 12,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 3.84031,3%
  2. Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 1.58412,9%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 2882,3%

Quanto custou cada voto: deputada federal, Rio Grande do Sul, 2014

Mediana da disputa: R$ 25,3 por voto. Quem venceu, Giovani Feltes, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,9; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputada federal: 178 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 23 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeita: 73 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.