Cláudia de Peixinho
Claudia Cordeiro Moura Holanda · nasceu em 1965
Cláudia de Peixinho disputou uma eleição, em 2008, para prefeita (Capim (PB)), pelo PSB: não eleita.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2008, não eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 43 anos, ensino médio, servidor público estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Cláudia de Peixinho declarou ao TSE R$ 9,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Prefeita · Capim (PB) · PSB · não eleita
De onde veio
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 8.94089,9%
- EmpresasR$ 4794,8%
- PartidoR$ 4694,7%
- Próprio bolsoR$ 540,5%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.07110,8%
- EscritórioR$ 4124,1%
Quanto custou cada voto: prefeita, Capim (PB), 2008
Cláudia De Peixinho: R$ 131 por voto (mediana da disputa, R$ 62,9). Quem venceu, Sérgio Lima, gastou R$ 62,9 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cláudia De Peixinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cláudia De Peixinho PSBR$ 9,9 mil · 76 votosR$ 131
- Sérgio Lima PSDBR$ 100 mil · 1.597 votosR$ 62,9
Votos por real
- 2008, prefeita: 7,6 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.