Apuração
Vereadora · 2012 · PSDB

Claudia

Claudineia Ferreira Barros Araujo · nasceu em 1977

Claudia se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSDB2012PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSDB.

Vice-prefeitaVereadoraPartidoPSDB200820102012
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 35 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PSDB 45555· centro-direita
    suplente123 votos
  2. 2008
    PSDB 12· centro-direita
    Na chapa de João Bosco
    chapa não eleita1.484 votos da chapa, 47,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Claudia declarou R$ 122,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 524,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 122,7 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 56.000 na declaração)

Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • ClaudiaR$ 122,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 122,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Claudia declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereadora · Vargem Grande do Rio Pardo (MG) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 10,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,4 mil.
  1. EmpresasR$ 7.66874%
  2. PartidoR$ 2.67125,8%
  3. Outros candidatosR$ 260,3%

Para onde foi

R$ 10,4 mil
O maior gasto foi com transporte: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,4 mil.
  1. TransporteR$ 7.67474%
  2. Material impressoR$ 2.69026%

Quanto custou cada voto: vereadora, Vargem Grande do Rio Pardo (MG), 2012

Claudia: R$ 84,3 por voto (mediana da disputa, R$ 67,2). Quem venceu, Lidio De Juvenal, gastou R$ 36,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 36,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Claudia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereadora: 12 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.