Claudi
Claudi Gonçalves Lima · nasceu em 1951
Claudi se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2004), AGIR (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 56 anos, ensino médio, gerente. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Claudi declarou R$ 310,1 mil em bens, em reais de hoje: 7,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 7,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2008.
- ClaudiR$ 310,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Claudi declarou ao TSE R$ 7,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Luís Eduardo Magalhães (BA) · AGIR · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 4.70764,9%
- Próprio bolsoR$ 2.54435,1%
Para onde foi
- OutrosR$ 4.70765%
- TransporteR$ 1.47520,4%
- Material impressoR$ 93712,9%
- EscritórioR$ 1181,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Luís Eduardo Magalhães (BA), 2008
Mediana da disputa: R$ 64,1 por voto. Quem venceu, Geraldo Morais, gastou R$ 32,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 337; o mais barato, R$ 32,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Janne PPR$ 47 mil · 138 votosR$ 337
- Dr. Eder PLR$ 44 mil · 453 votosR$ 97,2
- Murata Da Itiban PSDBR$ 14 mil · 147 votosR$ 95,3
- Cleide Bosa PLR$ 25 mil · 315 votosR$ 80
- Inacio Spengler PSCR$ 23 mil · 287 votosR$ 79,3
- Jarbas PHSR$ 25 mil · 370 votosR$ 68,9
- Pastor Ricardo PSCR$ 27 mil · 425 votosR$ 64,1
- Michel PDTR$ 26 mil · 426 votosR$ 60,1
- Sidnei Giachini REPUBLICANOSR$ 22 mil · 484 votosR$ 44,7
- Ligiane Ficanha PSLR$ 14 mil · 385 votosR$ 37
- Ondumar Marabá PSCR$ 16 mil · 450 votosR$ 35,4
- Geraldo Morais REPUBLICANOSR$ 14 mil · 444 votosR$ 32,6
Votos por real
- 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.