Claudeci Fernandes de Melo
nasceu em 1949
Claudeci Fernandes de Melo disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Braço do Norte (SC)), pelo MDB: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 55 anos, superior completo, medico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Claudeci Fernandes de Melo declarou ao TSE R$ 41 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Braço do Norte (SC) · MDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1820,4%
Para onde foi
- PessoalR$ 7.81916,2%
- EscritórioR$ 1820,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Braço do Norte (SC), 2004
Claudeci Fernandes De Melo: R$ 9,20 por voto (mediana da disputa, R$ 9,04). Quem venceu, Tilico, gastou R$ 8,22 por voto. O voto mais caro custou R$ 9,20; o mais barato, R$ 8,22.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Claudeci Fernandes De Melo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Claudeci Fernandes De Melo MDBR$ 48 mil · 5.263 votosR$ 9,20
- Jamir Do Besc PTR$ 36 mil · 3.953 votosR$ 9,04
- Tilico PPR$ 61 mil · 7.442 votosR$ 8,22
Votos por real
- 2004, prefeito: 109 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.