Clarice Correa
nasceu em 1968
Clarice Correa se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PHS.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 40 anos, ensino médio, dona de casa. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputada estadual · Rio Grande do SulPHS 31320· centro-direitanão eleita602 votos; 402º mais votada de 486 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Clarice Correa teve 602 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 402º lugar entre 486 candidatos.
Recebeu votos em 34 cidades. Carazinho deu 76,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Clarice Correa declarou R$ 134,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 15,5 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Clarice CorreaR$ 134,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Clarice Correa declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 2,7 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereadora · Carazinho (RS) · PHS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.74063,8%
- PartidoR$ 42615,6%
- Próprio bolsoR$ 29510,8%
- Outros candidatosR$ 2689,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.13841,7%
- PessoalR$ 74427,3%
- OutrosR$ 69325,4%
- EscritórioR$ 1535,6%
Quanto custou cada voto: vereadora, Carazinho (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 26,9 por voto. Quem venceu, Leandro Da Gihal, gastou R$ 9,60 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,4; o mais barato, R$ 9,60.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nei Sebastiani PSDBR$ 17 mil · 304 votosR$ 55,4
- Felipe Sálvia PDTR$ 33 mil · 611 votosR$ 53,2
- Deio MDBR$ 27 mil · 715 votosR$ 37,3
- Paulino Alemão Papai Noel PTBR$ 33 mil · 921 votosR$ 35,4
- João Batista Andrade Gordo PTBR$ 25 mil · 750 votosR$ 33,1
- Rudi PPR$ 21 mil · 732 votosR$ 29,1
- Dr. Orlando Ferrari MDBR$ 22 mil · 805 votosR$ 26,9
- Jarré PSDBR$ 27 mil · 1.031 votosR$ 26,4
- Grandó PTBR$ 32 mil · 1.284 votosR$ 24,6
- João Mafalda PSDBR$ 12 mil · 649 votosR$ 18,5
- Sandra Citolin MDBR$ 15 mil · 1.363 votosR$ 10,7
- Leandro Da Gihal PTR$ 14 mil · 1.487 votosR$ 9,60
Votos por real
- 2008, vereadora: 72 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2006, deputada estadual: 583 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 54 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.