Apuração
Vereador · 2008 · PSB

Cimatti

Jose Carlos Cimatti Pereira · nasceu em 1958

Cimatti se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 2.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2006PSB2008PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: DEM (2004), PSB (2006–2008).

Dep. estadualVereadorPartidoDEMPSB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 50 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Dourados (MS)
    PSB 40123· centro-esquerda
    eleito1.637 votos
  2. 2006
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PSB 40123· centro-esquerda
    suplente6.727 votos; 51º mais votado de 172 no estado
  3. 2004
    Vereador · Dourados (MS)
    DEM 25123· direita
    eleito2.552 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Cimatti teve 6.727 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 51º lugar entre 172 candidatos.

Recebeu votos em 52 cidades. Dourados deu 70,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,0%.

6.727 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 6.727 votos.
  1. Dourados (MS)4.721 votos70,2%
  2. Campo Grande (MS)773 votos11,5%
  3. Caarapó (MS)216 votos3,2%
  4. Fátima do Sul (MS)132 votos2%
  5. Ponta Porã (MS)112 votos1,7%
  6. Outras 37 cidades336 votos5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Cimatti declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 433,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 492.257 na declaração)

Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2008.

  • CimattiR$ 1,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. BovinosR$ 473,2 mil
    Bens rurais e animais
  2. ResidenciaR$ 300,6 mil
    Imóveis
  3. 1/3 De uma gleba de terras com area de 250R$ 264,2 mil
    Bens rurais e animais
  4. 1/3 De uma gleba de terras com area de 140R$ 189 mil
    Bens rurais e animais
  5. Soldo em caixaR$ 52,2 mil
    Dinheiro e aplicações
  6. Fiat unoR$ 32,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  7. Paupança ouro c/cR$ 14,5 mil
    Dinheiro e aplicações
  8. Pupança ouro c/cR$ 1.173
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Cimatti declarou ao TSE R$ 600 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 266 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Dourados (MS) · PSB · eleito

De onde veio

R$ 239,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 14 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 239,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 120,5 mil50,3%
  2. Pessoas14 pessoas, não nomeadasR$ 97,3 mil40,6%
  3. Outros candidatosR$ 5.3552,2%

Para onde foi

R$ 239,7 mil
O maior gasto foi com transporte: 30% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 239,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços36 pessoas, não nomeadasR$ 53,5 mil22,3%
  2. OutrosR$ 48,3 mil20,1%
  3. EscritórioR$ 4.4901,9%
  4. InternetR$ 1.3390,6%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 1.0710,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Dourados (MS), 2008

Cimatti: R$ 146 por voto (mediana da disputa, R$ 113). Quem venceu, Paulo Henrique Bambu, gastou R$ 37,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 283; o mais barato, R$ 37,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cimatti. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 6,8 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 25 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.