Apuração
Vereadora · 2016 · PSDB

Cilmara Ramos

Cilmara Ana Leal Ramos · nasceu em 1974

Cilmara Ramos disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Nova Olinda (TO)), pelo PSDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPSDB2016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereadora · Nova Olinda (TO)
    PSDB 45123· centro-direita
    suplente152 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Cilmara Ramos declarou R$ 228,3 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.

R$ 228,3 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 140.500 na declaração)

Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2016.

  • Cilmara RamosR$ 228,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 113,7 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 228,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Cilmara Ramos declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereadora · Nova Olinda (TO) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 15,8 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,8 mil.
  1. PessoasR$ 9.87762,4%
  2. Próprio bolsoR$ 5.95137,6%

Para onde foi

R$ 15,8 mil
O maior gasto foi com transporte: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,8 mil.
  1. TransporteR$ 6.98044,1%
  2. PessoalR$ 4.27527%
  3. Material impressoR$ 3.25520,6%
  4. ServiçosR$ 1.0566,7%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 2431,5%
  6. EscritórioR$ 190,1%

Quanto custou cada voto: vereadora, Nova Olinda (TO), 2016

Cilmara Ramos: R$ 104 por voto (mediana da disputa, R$ 77,1). Quem venceu, Reriton Parente, gastou R$ 33,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 313; o mais barato, R$ 33,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cilmara Ramos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Rosilda 15 Quilo PPLR$ 14 mil · 44 votosR$ 313
  • Liedna Feitoza PSBR$ 13 mil · 77 votosR$ 171
  • Bibalaio PPR$ 13 mil · 92 votosR$ 146
  • Pirú PTBR$ 13 mil · 92 votosR$ 137
  • Conceição Da Educação PTBR$ 13 mil · 109 votosR$ 119
  • Cilmara Ramos PSDBR$ 16 mil · 152 votosR$ 104
  • Sabasto PTBR$ 14 mil · 188 votosR$ 77,1
  • Midiã César SOLIDARIEDADER$ 13 mil · 171 votosR$ 76,7
  • Alberto Da Academia PROSR$ 16 mil · 230 votosR$ 70
  • Dimar Da Padaria PTBR$ 14 mil · 316 votosR$ 43,8
  • Samuel Mendes PTBR$ 12 mil · 289 votosR$ 43,1
  • Reriton Parente MDBR$ 13 mil · 403 votosR$ 33,4

Votos por real

  • 2016, vereadora: 9,6 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.