Apuração
Vereador · 2004 · MDB

Cidinho do Taxi -

Jose Aparecido dos Santos · nasceu em 1963

Cidinho do Taxi - disputou uma eleição, em 2004, para vereador (Peixoto de Azevedo (MT)), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 41 anos, até o fundamental, taxista e motorista particular. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    MDB 15111· centro
    suplente319 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Cidinho do Taxi - declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Peixoto de Azevedo (MT) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 39,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2004.

Quanto custou cada voto: vereador, Peixoto de Azevedo (MT), 2004

Mediana da disputa: R$ 24,5 por voto. Quem venceu, Eudson Brilhante, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 11,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.