Apuração
Vice-prefeito · 2024 · PL

Gilmar do Esporte

Gilmar Santos de Souza · nasceu em 1971

Gilmar do Esporte se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 4.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,61← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PL2012PL2016PL2018PL2020PL2024PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.

Sempre pelo PL.

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoPL’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 53 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vice-prefeito · Peixoto de Azevedo (MT)
    PL 55· direita
    Na chapa de Calebe Borges
    chapa não eleita4.528 votos da chapa, 26,8%
  2. 2020
    Vice-prefeito · Peixoto de Azevedo (MT)
    PL 55· direita
    Na chapa de Mauricio
    chapa eleita6.552 votos da chapa, 42,2%
  3. 2018
    Deputado estadual · Mato Grosso
    PL 22456· direita
    suplente2.148 votos; 126º mais votado de 329 no estado
  4. 2016
    PL 22456· direita
    eleito459 votos
  5. 2012
    PL 22456· direita
    eleito610 votos
  6. 2008
    PL 22456· direita
    eleito527 votos
  7. 2004
    PL 22456· direita
    eleito601 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Gilmar do Esporte teve 2.148 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 126º lugar entre 329 candidatos.

Recebeu votos em 61 cidades. Peixoto de Azevedo deu 65,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,2%.

2.148 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.148 votos.
  1. Peixoto de Azevedo (MT)1.413 votos65,8%
  2. Sorriso (MT)110 votos5,1%
  3. Sinop (MT)93 votos4,3%
  4. Nortelândia (MT)81 votos3,8%
  5. Matupá (MT)78 votos3,6%
  6. Outras 46 cidades124 votos5,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Gilmar do Esporte declarou R$ 351,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 187,3 mil, já descontada a inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 351,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 245.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 351,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Camioneta aberta c dR$ 136,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Imovel rural de 21 alqueiresR$ 71,8 mil
    Terra nua
  3. Imovel urbanoR$ 71,8 mil
    Casa
  4. Imovel urbanoR$ 71,8 mil
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Gilmar do Esporte declarou ao TSE R$ 139 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 83 mil, 96% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Mato Grosso · PL · suplente

De onde veio

R$ 82,8 mil
96% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 82,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Fundo partidárioTudo de Partido Liberal / Pl - Diretorio Estadual De Mato GrossoR$ 4.3585,3%
  2. PessoasR$ 3.0163,6%

Para onde foi

R$ 75,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 75,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 7.54010%
  2. TransporteTudo de Magalhaes Nunes LtdaR$ 6.7288,9%
  3. Pessoal7 pessoas, não nomeadasR$ 5.0356,7%
  4. ServiçosR$ 3.0164%
  5. EscritórioR$ 1510,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso, 2018

Mediana da disputa: R$ 45,9 por voto. Quem venceu, Guilherme Maluf, gastou R$ 19 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 19.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 28 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.