Chiquinho Monteiro
Francisco Ricardo Alves Monteiro · nasceu em 1975
Chiquinho Monteiro disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Santa Cruz (PB)), pelo PT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, ensino médio, empresário, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Chiquinho Monteiro declarou R$ 8.123 em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2016.
- Chiquinho MonteiroR$ 8.123
- Mediana dos candidatosR$ 8.123
- Mediana dos eleitosR$ 56,9 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Chiquinho Monteiro declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Santa Cruz (PB) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.49177,7%
- Próprio bolsoR$ 1.48221%
- Outros candidatosR$ 971,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 5.27974,8%
- Material impressoR$ 94913,4%
- ServiçosR$ 81011,5%
- EscritórioR$ 240,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Cruz (PB), 2016
Chiquinho Monteiro: R$ 34,3 por voto (mediana da disputa, R$ 26,6). Quem venceu, Ze Auri, gastou R$ 17,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,6; o mais barato, R$ 17,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chiquinho Monteiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Albaniza Gomes PTBR$ 7,1 mil · 135 votosR$ 52,6
- Chiquinho Monteiro PTR$ 7,1 mil · 206 votosR$ 34,3
- Aldejones Abrantes PSBR$ 9,2 mil · 278 votosR$ 33,3
- Alberto De Braz PTR$ 8,7 mil · 308 votosR$ 28,2
- Felipe Gomes PSBR$ 7,9 mil · 288 votosR$ 27,3
- Cleber Ferreira PPR$ 9,9 mil · 365 votosR$ 27,1
- Francisquinho PSDBR$ 8,8 mil · 330 votosR$ 26,6
- Leni PRPR$ 7,5 mil · 334 votosR$ 22,4
- Romulo Monteiro PLR$ 6,6 mil · 316 votosR$ 21
- Inacio Falcão PDTR$ 7,5 mil · 388 votosR$ 19,2
- Pedro De Heleno PTR$ 7 mil · 386 votosR$ 18,1
- Ze Auri PTR$ 8,1 mil · 461 votosR$ 17,5
Votos por real
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.