Chiquinho Maromba
Francisco Rodrigues Pereira · nasceu em 1943
Chiquinho Maromba se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 4 partidos: DEM (2004), PDT (2008–2012), PSD (2016), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 75 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Chiquinho Maromba declarou R$ 74,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 152,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Chiquinho MarombaR$ 74,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Chiquinho Maromba declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Barroso (MG) · SOLIDARIEDADE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.50187%
- PessoasR$ 8499,8%
- Outros candidatosR$ 2763,2%
Para onde foi
- PessoalR$ 3.89354,4%
- Material impressoR$ 1.75524,5%
- TransporteR$ 1.31018,3%
- OutrosR$ 1171,6%
- ServiçosR$ 851,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Barroso (MG), 2020
Chiquinho Maromba: R$ 33,2 por voto (mediana da disputa, R$ 19,1). Quem venceu, Márcio Enfermeiro, gastou R$ 8,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 64,4; o mais barato, R$ 8,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chiquinho Maromba. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lu Do Alonso PDTR$ 12 mil · 191 votosR$ 64,4
- Dídio Barbeiro PLR$ 11 mil · 192 votosR$ 58,6
- Wagner Soares SOLIDARIEDADER$ 2,8 mil · 74 votosR$ 37,7
- Leone DEMR$ 11 mil · 313 votosR$ 34,8
- Chiquinho Maromba SOLIDARIEDADER$ 7,2 mil · 216 votosR$ 33,2
- Hélio Campos PSDR$ 6,4 mil · 295 votosR$ 21,6
- Ramoncito Bandeirantes PPR$ 4 mil · 208 votosR$ 19,1
- Luizinho Moreira PPR$ 7 mil · 438 votosR$ 16,1
- Állan Campos REDER$ 5,8 mil · 479 votosR$ 12,1
- Kiko Do Bedesqui DEMR$ 4,8 mil · 439 votosR$ 10,8
- Marli Torres DEMR$ 2,6 mil · 239 votosR$ 10,8
- Márcio Enfermeiro SOLIDARIEDADER$ 3,9 mil · 440 votosR$ 8,81
Votos por real
- 2020, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.