Chiquinho do Alto
Francisco de Souto Lima · nasceu em 1962
Chiquinho do Alto se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2020.
Passou por 3 partidos: DEM (2004), PL (2008–2012), REPUBLICANOS (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 62 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Chiquinho do Alto declarou R$ 161,3 mil em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 102 mil acima da inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2024.
- Chiquinho do AltoR$ 161,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.628
- Mediana dos eleitosR$ 40,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Veiculo chev/spin 1.8L ano 2019R$ 79,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Casa localizada no bairro alto são joseR$ 55,2 milCasa
- Casa localizada em soledade-pbR$ 22,1 milCasa
- Dinheiro em espécieR$ 4.419Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Chiquinho do Alto declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 8,7 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Soledade (PB) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 7.65688,2%
- Outros candidatosR$ 1.02711,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.76249,1%
- ServiçosR$ 2.98639%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5477,1%
- OutrosR$ 3614,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Soledade (PB), 2024
Chiquinho Do Alto: R$ 18,6 por voto (mediana da disputa, R$ 7,97). Quem venceu, Márcio Do Caminhão, gastou R$ 2,87 por voto. O voto mais caro custou R$ 18,6; o mais barato, R$ 2,87.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chiquinho Do Alto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chiquinho Do Alto REPUBLICANOSR$ 7,7 mil · 411 votosR$ 18,6
- Cássia Da Saúde PSDR$ 3 mil · 170 votosR$ 17,4
- Gustavo PSDR$ 5,8 mil · 388 votosR$ 15
- Neto De Paulo Chicó REPUBLICANOSR$ 1,8 mil · 161 votosR$ 11
- Leno Garcia PPR$ 5,7 mil · 684 votosR$ 8,39
- Leleto De Rosa PPR$ 5 mil · 610 votosR$ 8,27
- Ribeirinho PSBR$ 6,2 mil · 783 votosR$ 7,97
- Jane De Zé De Júlia PSDR$ 1,6 mil · 248 votosR$ 6,65
- Alexandre Nery PPR$ 2,8 mil · 649 votosR$ 4,35
- Bá De Osmar PPR$ 2,1 mil · 542 votosR$ 3,87
- Jaelby PPR$ 2,5 mil · 685 votosR$ 3,66
- Márcio Do Caminhão PPR$ 1,8 mil · 641 votosR$ 2,87
Votos por real
- 2024, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 404 votos por R$ 1.000, 6,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 414 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.