Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PSD

Chiquinho Chaves

Francisco Rodrigues Chaves · nasceu em 1975

Chiquinho Chaves se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2018PSD2020PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSD.

Dep. estadualVice-prefeitoPartidoPSD20182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, vice na chapa.

Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, superior completo, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Epitaciolândia (AC)
    PSD 55· direita
    vice na chapa
  2. 2018
    Deputado estadual · Acre
    PSD 55222· direita
    suplente1.059 votos; 91º mais votado de 436 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Chiquinho Chaves teve 1.059 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 91º lugar entre 436 candidatos.

Recebeu votos em 12 cidades. Epitaciolândia deu 62,5% deles.

1.059 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.059 votos.
  1. Epitaciolândia (AC)662 votos62,5%
  2. Brasiléia (AC)281 votos26,5%
  3. Rio Branco (AC)79 votos7,5%
  4. Xapuri (AC)12 votos1,1%
  5. Assis Brasil (AC)12 votos1,1%
  6. Bujari (AC)1 voto0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Chiquinho Chaves declarou ao TSE R$ 106 mil em receitas, em reais de hoje, 100% de dinheiro público.

2018 · Deputado estadual · Acre · PSD · suplente

De onde veio

R$ 106,1 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 106,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Social Democratico - AcR$ 65,3 mil61,5%
  2. Fundo partidárioTudo de Partido Social Democratico - AcR$ 29,2 mil27,5%

Para onde foi

R$ 72,8 mil
O maior gasto foi com transporte: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 72,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal32 pessoas, não nomeadasR$ 29,1 mil39,9%
  2. ServiçosR$ 2.3223,2%
  3. Material impressoR$ 2.1112,9%
  4. OutrosR$ 1.8252,5%
  5. EscritórioR$ 1820,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Acre, 2018

Mediana da disputa: R$ 58,7 por voto. Quem venceu, Gerlen Diniz, gastou R$ 26,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 60.356; o mais barato, R$ 26,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 15 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.