Chiquinho Carteiro
Francisco Silveira da Silveira · nasceu em 1956
Chiquinho Carteiro se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2008–2014), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulMDB 15415· centro-direitasuplente2.278 votos; 303º mais votado de 670 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Chiquinho Carteiro teve 2.278 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 303º lugar entre 670 candidatos.
Recebeu votos em 84 cidades. Encruzilhada do Sul deu 65,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Chiquinho Carteiro declarou R$ 337,6 mil em bens, em reais de hoje: 5,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 105,7 mil acima da inflação.
Declarou 5,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Chiquinho CarteiroR$ 337,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Chiquinho Carteiro declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 9,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Encruzilhada do Sul (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.38270,5%
- Fundo eleitoralR$ 1.41529,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.22492%
- ServiçosR$ 2836,2%
- EscritórioR$ 851,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Encruzilhada do Sul (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Alvaro Sperb, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 111; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nestor Rosa Kokão PTBR$ 25 mil · 230 votosR$ 111
- Juliano Staub PTBR$ 6,6 mil · 92 votosR$ 71,4
- Luiza Helena PTR$ 6,2 mil · 90 votosR$ 68,7
- Jeferson Rodrigues Jefinho PPR$ 16 mil · 406 votosR$ 40,4
- Dr Marcio Meirelles PPR$ 10 mil · 261 votosR$ 39,4
- Dr. Diego PDTR$ 15 mil · 443 votosR$ 32,7
- Genilson Secco PPR$ 9,2 mil · 369 votosR$ 24,9
- Cristina Boni PTBR$ 8,7 mil · 359 votosR$ 24,1
- Fernando Moraes PPR$ 7,1 mil · 300 votosR$ 23,6
- Diudio Prestes PPR$ 8,5 mil · 409 votosR$ 20,8
- Chicao Da Ambulancia PPR$ 5,8 mil · 406 votosR$ 14,3
- Alvaro Sperb MDBR$ 7 mil · 543 votosR$ 12,9
Votos por real
- 2020, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 248 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.