Chiquinho Albuquerque
Francisco Carlos Albuquerque · nasceu em 1968
Chiquinho Albuquerque se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 39 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Chiquinho Albuquerque declarou R$ 518,9 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Chiquinho AlbuquerqueR$ 518,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 9 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- 1/6 Sítio canaxuê c/ 59R$ 200,2 milBens rurais e animais
- Veiculo montana/gm ano 2006R$ 93,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- 1/18 Sítio alvorada c/ 72R$ 80,9 milBens rurais e animais
- Veiculo corsa sedan ano 2002R$ 72,8 milVeículos, barcos e aeronaves
- Uma casa r: santa cruzR$ 53,9 milImóveis
- 1/48 Imóvel rua dr. arthur ortembladR$ 9.966Imóveis
- 1/24 Imóvel r: antonio decrescenzoR$ 4.959Imóveis
- 1/6 Veiculo gurgel ano 1980R$ 2.022Veículos, barcos e aeronaves
- 1/24 Imóvel rR$ 752Imóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Chiquinho Albuquerque declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Tabapuã (SP) · PDT · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 2.41092,6%
- Outros candidatosTudo de Maria Felicidade Peres Campos ArroyoR$ 1937,4%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Adinaldo Mauricio Bazzo Tabapuã - MeR$ 53520,6%
- EscritórioTudo de Encargos Financeiros E Taxas BancáriasR$ 1616,2%
- ServiçosR$ 1074,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Tabapuã (SP), 2008
Chiquinho Albuquerque: R$ 11,9 por voto (mediana da disputa, R$ 16,9). Quem venceu, Baiano Do Bar, gastou R$ 7,10 por voto. O voto mais caro custou R$ 96,4; o mais barato, R$ 7,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chiquinho Albuquerque. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Margarete Luciano PDTR$ 2,6 mil · 27 votosR$ 96,4
- Márcio Protético PTBR$ 2,8 mil · 80 votosR$ 35,2
- Tiririca PSDBR$ 7,1 mil · 228 votosR$ 31,2
- Bene Do Bar Tangará PLR$ 2,5 mil · 104 votosR$ 24,5
- Gilmar PSDBR$ 6,8 mil · 347 votosR$ 19,6
- João Corredeira PLR$ 4,4 mil · 226 votosR$ 19,3
- Zé Correa PTBR$ 2,8 mil · 168 votosR$ 16,9
- José Roberto Marcato MDBR$ 3 mil · 190 votosR$ 16
- Pelé Da Funerária PSDBR$ 2,5 mil · 202 votosR$ 12,6
- Chiquinho Albuquerque PDTR$ 2,6 mil · 218 votosR$ 11,9
- Adilson Da Saúde PLR$ 5,7 mil · 534 votosR$ 10,7
- Baiano Do Bar PSDBR$ 3 mil · 429 votosR$ 7,10
Votos por real
- 2008, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.