Chiquinho
Francisco Henrique dos Santos · nasceu em 1930
Chiquinho disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Caravelas (BA)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 73 anos, ensino médio, militar reformado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Chiquinho declarou ao TSE R$ 254 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Caravelas (BA) · DEM · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 106 mil41,8%
- Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 101,8 mil40,2%
Para onde foi
- EventosR$ 37,2 mil14,3%
- Material impressoR$ 11,1 mil4,3%
- PessoalR$ 10,5 mil4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Caravelas (BA), 2004
Chiquinho: R$ 63,4 por voto (mediana da disputa, R$ 63,4). Quem venceu, David, gastou R$ 83,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,6; o mais barato, R$ 48,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chiquinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- David PLR$ 501 mil · 5.991 votosR$ 83,6
- Chiquinho DEMR$ 260 mil · 4.101 votosR$ 63,4
- Rene Siquara MDBR$ 25 mil · 524 votosR$ 48,4
Votos por real
- 2004, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.