Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Chiquim

Francisco Pimentel de Lima · nasceu em 1980

Chiquim se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoMDB−0,10← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PC do B2012PT2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PC do B (2008), PT (2012), MDB (2016).

VereadorPartidoPC do BPTMDB20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15456· centro-direita
    suplente86 votos
  2. 2012
    PT 13456· centro-esquerda
    suplente135 votos
  3. 2008
    PC do B 65123· esquerda· na urna, Chiquinho
    suplente79 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Chiquim declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Alvorada do Gurguéia (PI) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 7.254
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.254.
  1. Próprio bolsoR$ 5.31173,2%
  2. PessoasR$ 1.94326,8%

Para onde foi

R$ 7.243
O maior gasto foi com serviços: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.243.
  1. ServiçosR$ 3.69251%
  2. TransporteR$ 2.42933,5%
  3. Material impressoR$ 79811%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 3244,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Alvorada do Gurguéia (PI), 2016

Chiquim: R$ 84,2 por voto (mediana da disputa, R$ 43,5). Quem venceu, Zé Vertano, gastou R$ 22,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 110; o mais barato, R$ 22,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chiquim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Pelé PTBR$ 7,7 mil · 70 votosR$ 110
  • Chiquim MDBR$ 7,2 mil · 86 votosR$ 84,2
  • Dorinha PTBR$ 7,2 mil · 100 votosR$ 71,8
  • Kaká MDBR$ 8,3 mil · 149 votosR$ 55,8
  • Catirino MDBR$ 6,9 mil · 147 votosR$ 47,1
  • Genésio PTBR$ 9,6 mil · 205 votosR$ 46,8
  • Deto MDBR$ 6,9 mil · 159 votosR$ 43,5
  • Eldimar PTBR$ 7,4 mil · 171 votosR$ 43
  • Aderialdo PLR$ 6,6 mil · 184 votosR$ 35,6
  • Alcileide MDBR$ 8,2 mil · 267 votosR$ 30,8
  • Valmir Da Marizete PRTBR$ 7,2 mil · 298 votosR$ 24,2
  • Zé Vertano MDBR$ 8,5 mil · 384 votosR$ 22,2

Votos por real

  • 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 135 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.