Apuração
Prefeito · 2008 · PP

Chico Victor

Francisco Victor Sobrinho · nasceu em 1946

Chico Victor disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Pedra Grande (RN)), pelo PP: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPP2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 62 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Pedra Grande (RN)
    PP 11· direita
    não eleito1.019 votos, 33,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Chico Victor declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte.

R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 440.000 na declaração)

Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Norte em 2008.

  • Chico VictorR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 323,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 491 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. 1 Propriedade rural adquirida por posse C/200 hectaresR$ 431,4 mil
    Bens rurais e animais
  2. 150 Cabeças de gadoR$ 202,2 mil
    Bens rurais e animais
  3. 2 TratoresR$ 175,3 mil
    Outros
  4. 2 Casas em pedra grandeR$ 134,8 mil
    Imóveis
  5. 1 Casa na praia de enxu queimadoR$ 107,9 mil
    Imóveis
  6. 1 Terreno em joão câmaraR$ 94,4 mil
    Imóveis
  7. 2 Terrenos em pedra grandeR$ 40,4 mil
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Chico Victor declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Pedra Grande (RN) · PP · não eleito

De onde veio

R$ 20,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,4 mil.
  1. Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 17,7 mil86,6%
  2. Próprio bolsoR$ 2.74213,4%

Para onde foi

R$ 20,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Posto Central IiR$ 5.22125,6%
  2. EscritórioR$ 3051,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Pedra Grande (RN), 2008

Chico Victor: R$ 20 por voto (mediana da disputa, R$ 66,6). Quem venceu, Marcão, gastou R$ 66,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 69,8; o mais barato, R$ 20.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chico Victor. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Chicão REPUBLICANOSR$ 3,2 mil · 46 votosR$ 69,8
  • Marcão MDBR$ 135 mil · 2.022 votosR$ 66,6
  • Chico Victor PPR$ 20 mil · 1.019 votosR$ 20

Votos por real

  • 2008, prefeito: 50 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.