Chico da Retro
Francisco Rodrigues · nasceu em 1966
Chico da Retro se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Chico da Retro declarou R$ 241,9 mil em bens, em reais de hoje: 7,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 73,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Chico da RetroR$ 241,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Imovel rural com 5 mil M2 no bairro palmeiraR$ 87,7 milTerra nua
- Casa na rua americo pardini n 120R$ 84,2 milCasa
- Moto honda nrx 150 ano 2008 placa GYK0266R$ 32,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo VW saveiro ANO1997 placa gue 5307R$ 28,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo VW variante ano 75 placa kck 5560R$ 8.765Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Chico da Retro declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,6 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Ouro Fino (MG) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.32888,9%
- PartidoR$ 2825,8%
- Outros candidatosR$ 2605,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 4.23961%
- Material impressoR$ 2.59937,4%
- TransporteR$ 1081,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Ouro Fino (MG), 2012
Chico Da Retro: R$ 27,7 por voto (mediana da disputa, R$ 22,7). Quem venceu, Bruno Zucareli, gastou R$ 5,14 por voto. O voto mais caro custou R$ 116; o mais barato, R$ 5,14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chico Da Retro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alexandre Machado PC do BR$ 4,8 mil · 41 votosR$ 116
- Daniel Muroni DEMR$ 21 mil · 428 votosR$ 49,1
- Geraldo Affonso PDTR$ 15 mil · 317 votosR$ 45,9
- Chico Da Retro PDTR$ 6,9 mil · 251 votosR$ 27,7
- Riciery Rossi PVR$ 5 mil · 187 votosR$ 26,5
- Joao Batista PTR$ 5,8 mil · 245 votosR$ 23,7
- Vanderlei Do Tae Kwon Do PPR$ 3,8 mil · 166 votosR$ 22,7
- Antonio Mandioca PTBR$ 3,6 mil · 200 votosR$ 17,9
- Toninho Constantini PTR$ 4,7 mil · 333 votosR$ 14,1
- Camilo Junior PTBR$ 5,9 mil · 486 votosR$ 12,1
- Gustavo Machado PSLR$ 4,2 mil · 433 votosR$ 9,80
- Bruno Zucareli PSBR$ 4 mil · 771 votosR$ 5,14
Votos por real
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 151 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 470 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.