Chico da Margarida
Francisco Cordeiro de Faria · nasceu em 1950
Chico da Margarida se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PSDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2012: 61 anos, até o fundamental, produtor agropecuário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Chico da Margarida declarou R$ 287,1 mil em bens, em reais de hoje: 8,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 44,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 8,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Chico da MargaridaR$ 287,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- 01 Sitio de 48 haR$ 219,1 milTerreno rural
- 30 Cabeças de gadoR$ 54,8 milOutras aplicações
- 01 Motor yamaha à dieselR$ 6.574Outros bens móveis
- 01 Engenho de canaR$ 4.383Outros bens imóveis
- 01 DesintegradorR$ 2.191Outros bens móveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Chico da Margarida declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,5 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · São Romão (MG) · MDB · não eleito
De onde veio
- PartidoR$ 88458,4%
- Próprio bolsoR$ 50933,6%
- PessoasR$ 1077,1%
- Outros candidatosR$ 130,9%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, São Romão (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 28 por voto. Quem venceu, Valter Barroso, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 105; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tonho De Zeca AGIRR$ 13 mil · 128 votosR$ 105
- Ronaldo Abreu AGIRR$ 3,6 mil · 35 votosR$ 103
- Adelicio Da Rodoviária PLR$ 4 mil · 55 votosR$ 73,1
- Hebert Levi PPR$ 11 mil · 220 votosR$ 49,3
- Emílio Carlos PSDBR$ 6,2 mil · 191 votosR$ 32,7
- Jair Abreu PSDBR$ 5,3 mil · 174 votosR$ 30,5
- Gilnei PLR$ 4,4 mil · 158 votosR$ 28
- Dalton Bispo DEMR$ 3,8 mil · 143 votosR$ 26,8
- Gege AGIRR$ 3,6 mil · 166 votosR$ 21,7
- Vanderlan AGIRR$ 3,6 mil · 199 votosR$ 18,1
- Lilian Do Sindicato MOBILIZAR$ 3,6 mil · 251 votosR$ 14,2
- Valter Barroso MOBILIZAR$ 3,6 mil · 314 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2008, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 176 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.