Chico da Bomba
Francisco Cristino Moreira · nasceu em 1944
Chico da Bomba disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Coreaú (CE)), pelo PSDB: eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 60 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Chico da Bomba declarou ao TSE R$ 95 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Coreaú (CE) · PSDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 64 mil67,3%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 31,1 mil32,7%
Para onde foi
- OutrosTudo de Índios Caramuru Fogos De ArtifíciosR$ 12,2 mil12,8%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 7.8198,2%
- TransporteR$ 1.7171,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Coreaú (CE), 2004
Chico Da Bomba: R$ 16,7 por voto (mediana da disputa, R$ 16,5). O voto mais caro custou R$ 16,7; o mais barato, R$ 5,69.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chico Da Bomba PSDBR$ 95 mil · 5.670 votosR$ 16,7
- Paulo E Paulo Carvalho DEMR$ 66 mil · 4.020 votosR$ 16,5
- Dr. Dilson PRPR$ 15 mil · 2.568 votosR$ 5,69
Votos por real
- 2004, prefeito: 60 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.