Chico Coletor
Francisco Roberto Figueiredo Gomes · nasceu em 1950
Chico Coletor disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Ecoporanga (ES)), pelo PSB: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 54 anos, superior completo, servidor publico estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Chico Coletor declarou ao TSE R$ 214 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Ecoporanga (ES) · PSB · não eleito
De onde veio
- Pessoas39 pessoas, não nomeadasR$ 176,8 mil82,7%
- PartidoR$ 4.0731,9%
Para onde foi
- EventosR$ 65,2 mil30,5%
- TransporteR$ 46,1 mil21,5%
- PesquisasR$ 1.6290,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ecoporanga (ES), 2004
Chico Coletor: R$ 34 por voto (mediana da disputa, R$ 7,83). Quem venceu, Pedro Costa, gastou R$ 7,83 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chico Coletor. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Chico Coletor PSBR$ 214 mil · 6.291 votosR$ 34
- Pedro Costa PTR$ 58 mil · 7.395 votosR$ 7,83
Votos por real
- 2004, prefeito: 29 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.