Apuração
Vice-prefeito · 2008 · PTB

Chico Brito

Francisco Brito dos Santos · nasceu em 1962

Chico Brito se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PTB.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPTB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 46 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vice-prefeito · Passagem Franca (MA)
    PTB 14· centro-direita
    Na chapa de Gordinho
    chapa eleita5.659 votos da chapa, 62,2%
  2. 2004
    PTB 14777· centro-direita
    eleito861 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Chico Brito declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje.

R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 400.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. 01 Casa residencial na rua são franciscoR$ 323,6 mil
    Imóveis
  2. 190 Hectares de terraR$ 323,6 mil
    Bens rurais e animais
  3. 200 Cabeças de gadosR$ 269,6 mil
    Bens rurais e animais
  4. 01 Predio comercialR$ 94,4 mil
    Imóveis
  5. 01 Automovel GM corsa sedan maxxR$ 67,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Chico Brito declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Passagem Franca (MA) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 13 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13 mil.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 9.77475%
  2. Próprio bolsoR$ 3.25825%

Para onde foi

R$ 13 mil
O maior gasto foi com pessoal: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13 mil.
  1. Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 6.51650%
  2. Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 6.51650%

Quanto custou cada voto: vereador, Passagem Franca (MA), 2004

Chico Brito: R$ 15,1 por voto (mediana da disputa, R$ 29,4). O voto mais caro custou R$ 128; o mais barato, R$ 9,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.