Chico Andrade
Valmir Antonio de Andrade · nasceu em 1965
Chico Andrade se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, superior incompleto, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Xaxim (SC)PT 15· centro-esquerdaNa chapa de Cezar Foninichapa não eleita8.031 votos da chapa, 49,2%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Chico Andrade declarou R$ 407 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 88,9 mil acima da inflação.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2012.
- Chico AndradeR$ 407 mil
- Mediana dos candidatosR$ 131,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 281,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Renault/master tca micR$ 234,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote urbano n 06 quadra Q02 rua victor matiello xaxim-sc…R$ 65,7 milTerreno
- 50% Do capital da empresa andrade turR$ 43,8 milQuotas ou quinhões de capital
- Lote urbano n 5 quadra cR$ 42,7 milTerreno
- Dinheiro em moeda nacional e bancosR$ 16,6 milDinheiro em espécie
- Banco do brasilR$ 3.710Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Chico Andrade declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Xaxim (SC) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.17836,4%
- PessoasR$ 5.93135%
- Outros candidatosR$ 3.66921,6%
- EmpresasR$ 1.1786,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 8.05447,7%
- PessoalR$ 5.38931,9%
- Material impressoR$ 3.44420,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Xaxim (SC), 2012
Chico Andrade: R$ 65,5 por voto (mediana da disputa, R$ 33,9). Quem venceu, Ide Sorgato, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 482; o mais barato, R$ 12,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chico Andrade. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mis. Alexandro Czecoski (Leão) PSDR$ 21 mil · 44 votosR$ 482
- Chico Andrade PTR$ 17 mil · 258 votosR$ 65,5
- Darci Lopes Da Silva PPR$ 20 mil · 318 votosR$ 62,3
- Prof(A). Arlei MDBR$ 19 mil · 328 votosR$ 59,4
- Clesi Brandielli PSDR$ 20 mil · 526 votosR$ 38,2
- Ledinho Curtarelli MDBR$ 19 mil · 565 votosR$ 34
- Maroco PSDR$ 31 mil · 925 votosR$ 33,9
- Uilian Cavalheiro MDBR$ 19 mil · 618 votosR$ 30,1
- Fin MDBR$ 19 mil · 621 votosR$ 29,8
- Armando Roncaglio MDBR$ 19 mil · 631 votosR$ 29,4
- Chico Viacelli PSDR$ 20 mil · 881 votosR$ 22,9
- Ide Sorgato MDBR$ 17 mil · 1.361 votosR$ 12,7
Votos por real
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 296 votos por R$ 1.000, 6,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.