Apuração
Vereador · 2016 · PTB

Chico

Francisco Polloni · nasceu em 1963

Chico se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PTB2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PTB.

VereadorPartidoPTB201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PTB 14116· centro-direita
    suplente99 votos
  2. 2012
    PTB 14116· centro-direita· na urna, Chico Polloni
    suplente80 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Chico declarou R$ 373,7 mil em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 48,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 373,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 230.000 na declaração)

Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • ChicoR$ 373,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 373,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Uma area te terra ruralR$ 324,9 mil
    Terra nua
  2. 01 Camioneta FORD/F75R$ 27,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. 01 Veiculo vw/gol 1000R$ 13 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Dinheiro em especieR$ 8.123
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Chico declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Barra do Rio Azul (RS) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 858
5,7% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 858.
  1. Próprio bolsoR$ 81094,3%
  2. Fundo partidárioR$ 495,7%

Para onde foi

R$ 858
O maior gasto foi com transporte: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 858.
  1. TransporteR$ 54663,6%
  2. Material impressoR$ 18321,3%
  3. ServiçosR$ 13015,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Barra do Rio Azul (RS), 2016

Chico: R$ 8,67 por voto (mediana da disputa, R$ 7,89). Quem venceu, Sela, gastou R$ 4,74 por voto. O voto mais caro custou R$ 172; o mais barato, R$ 4,74.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chico. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.