Apuração
Vereador · 2004 · PC do B

Che

Adriano Henrique Ferrarez · nasceu em 1977

Che se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PC do B2004PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PC do B.

Dep. estadualVereadorPartidoPC do B20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 27 anos, superior completo, professor de ensino de primeiro e segundo graus. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Viçosa (MG)
    PC do B 65123· esquerda
    suplente
  2. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PC do B 65123· esquerda· na urna, Chê
    suplente4.037 votos; 288º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Che teve 4.037 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 288º lugar entre 725 candidatos.

Recebeu votos em 165 cidades. Viçosa deu 61,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,3%.

4.037 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 4.037 votos.
  1. Viçosa (MG)2.492 votos61,7%
  2. Muriaé (MG)322 votos8%
  3. Porto Firme (MG)97 votos2,4%
  4. Coimbra (MG)92 votos2,3%
  5. Belo Horizonte (MG)75 votos1,9%
  6. Outras 150 cidades552 votos13,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Che declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 9,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Viçosa (MG) · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 2.606
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.606.
  1. Próprio bolsoR$ 1.62962,5%
  2. PessoasR$ 97737,5%

Para onde foi

R$ 2.610
O maior gasto foi com material impresso: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.610.
  1. Material impressoR$ 1.81869,7%
  2. EventosR$ 31312%
  3. PessoalR$ 28711%
  4. EscritórioR$ 1796,9%
  5. TransporteR$ 130,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Viçosa (MG), 2004

Che: R$ 5,33 por voto (mediana da disputa, R$ 12,1). Quem venceu, Vera Lucia Lehner, gastou R$ 5,46 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,1; o mais barato, R$ 5,33.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Che. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 188 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 414 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.