Apuração
Vereador · 2008 · PTB

Charles do Araçá

Charles Silvestre Marques · nasceu em 1977

Charles do Araçá disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Porto Belo (SC)), pelo PTB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPTB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 31 anos, superior completo, enfermeiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Porto Belo (SC)
    PTB 14789· centro-direita
    eleito287 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Charles do Araçá declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 80,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 55% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.

  • Charles do AraçáR$ 80,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 80,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Charles do Araçá declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Porto Belo (SC) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 25,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,7 mil.
  1. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 11,2 mil43,7%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal Para PrefeitoR$ 9.58037,3%
  3. Próprio bolsoR$ 4.89419%

Para onde foi

R$ 25,7 mil
O maior gasto foi com outros: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Michelli Gonzaga Silva - MeR$ 3.48113,5%
  2. EscritórioR$ 1450,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Porto Belo (SC), 2008

Charles Do Araçá: R$ 89,5 por voto (mediana da disputa, R$ 89,5). Quem venceu, Professor Elias, gastou R$ 32,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.303; o mais barato, R$ 32,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Charles Do Araçá. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Rogeria PTBR$ 12 mil · 5 votosR$ 2.303
  • Vanessa De Souza PSDBR$ 15 mil · 79 votosR$ 191
  • Gidinho DEMR$ 14 mil · 79 votosR$ 181
  • Muka AGIRR$ 19 mil · 168 votosR$ 113
  • Zeca Serpa PSDBR$ 21 mil · 215 votosR$ 99
  • Sergio Antunes DEMR$ 14 mil · 145 votosR$ 93,8
  • Charles Do Araçá PTBR$ 26 mil · 287 votosR$ 89,5
  • Brito (Junior) PTBR$ 14 mil · 246 votosR$ 56,7
  • Eliana PSDBR$ 13 mil · 237 votosR$ 54,4
  • Joel PTBR$ 22 mil · 419 votosR$ 52,6
  • Emerson DEMR$ 20 mil · 414 votosR$ 49,4
  • Professor Elias PSDBR$ 14 mil · 437 votosR$ 32,7

Votos por real

  • 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.