Chapuca
Adalberto Seidel Cony · nasceu em 1979
Chapuca disputou uma eleição, em 2016, para vereador (São Vicente do Sul (RS)), pelo MDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 37 anos, superior incompleto, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Chapuca declarou R$ 454,9 mil em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- ChapucaR$ 454,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Chapuca declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · São Vicente do Sul (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.07666,7%
- Próprio bolsoR$ 1.53833,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.14968,2%
- ServiçosR$ 72915,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 48610,5%
- EscritórioR$ 2515,4%
Quanto custou cada voto: vereador, São Vicente do Sul (RS), 2016
Chapuca: R$ 29,2 por voto (mediana da disputa, R$ 26). Quem venceu, Gordo, gastou R$ 12,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 116; o mais barato, R$ 12,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chapuca. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tujara Leal PTBR$ 5,6 mil · 48 votosR$ 116
- Airton Elias Gonçalves MDBR$ 4,7 mil · 43 votosR$ 110
- Elvio Martins Batista SOLIDARIEDADER$ 9,4 mil · 132 votosR$ 71,1
- João Cassol PPR$ 16 mil · 232 votosR$ 69,6
- Lauricio Bighelini Da Silveira MDBR$ 7,2 mil · 217 votosR$ 33,3
- Chapuca MDBR$ 4,6 mil · 158 votosR$ 29,2
- Taiane Lanes Gabriel MDBR$ 5,4 mil · 209 votosR$ 26
- Joaires Carvalho Rumpel MDBR$ 8 mil · 312 votosR$ 25,6
- Paulo Ausani PPR$ 5,2 mil · 204 votosR$ 25,4
- Luiz Antonio Santos MDBR$ 4,5 mil · 184 votosR$ 24,4
- Flamarion Keller Da Silva MDBR$ 7,9 mil · 408 votosR$ 19,4
- Gordo PTBR$ 6,3 mil · 506 votosR$ 12,4
Votos por real
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.