Chaparral
Cléber José de Aguiar da Silva · nasceu em 1984
Chaparral se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2022.
Passou por 3 partidos: PSB (2008), PSD (2012–2016), UNIÃO (2022–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 39 anos, ensino médio, deputado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado estadual · PernambucoUNIÃO 44222· direitaeleito66.842 votos; 9º mais votado de 546 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Chaparral teve 66.842 votos para deputado estadual, 1,3% dos votos válidos do estado: 9º lugar entre 546 candidatos.
Recebeu votos em 153 cidades. Bom Jardim deu 12,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 70,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Chaparral declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 955,7 mil acima da inflação.
Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Pernambuco em 2024.
- ChaparralR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 228,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 397,7 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 8 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- 150 Cabeça de resesR$ 828,5 milOutros bens e direitos
- Dinheiro em espécieR$ 220,9 milDinheiro em espécie
- Conta correnteR$ 112,2 milOutros créditos e poupança vinculada
- TerrenoR$ 88,4 milTerreno
- TerrenoR$ 66,3 milTerreno
- TerrenoR$ 55,2 milTerreno
- LoteR$ 55,2 milTerreno
- Poupança ouroR$ 126Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Chaparral declarou ao TSE R$ 2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 808 mil, 77% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Surubim (PE) · UNIÃO · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Pessoal52 pessoas, não nomeadasR$ 57,7 mil18,9%
- InternetR$ 10,9 mil3,6%
- EscritórioR$ 8.2162,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Surubim (PE), 2024
Chaparral: R$ 16,5 por voto (mediana da disputa, R$ 21,1). O voto mais caro custou R$ 102; o mais barato, R$ 16,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr Flavio SOLIDARIEDADER$ 285 mil · 2.798 votosR$ 102
- Denivaldo Pereira PLR$ 7,9 mil · 309 votosR$ 25,4
- Véia De Aprígio PSBR$ 373 mil · 17.642 votosR$ 21,1
- Chaparral UNIÃOR$ 305 mil · 18.500 votosR$ 16,5
Votos por real
- 2024, prefeito: 61 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2022, deputado estadual: 47 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 27 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.