Chapadinha
Francisco Erinaldo Cardoso de Melo · nasceu em 1968
Chapadinha se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: DC (2012), PSC (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Chapadinha declarou R$ 92,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 85,6 mil acima da inflação.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.
- ChapadinhaR$ 92,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Consorcio bradescoR$ 57,4 milConsórcio não contemplado
- Aplicacao em renda fixaR$ 26,8 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Lote urbano N06R$ 5.028Terreno
- Modelo: honda/xlr 125R$ 2.873Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Chapadinha declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 16 mil, 18% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Sapezal (MT) · PL · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.87542,8%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 6.36839,6%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Liberal / Pl - Diretorio Estadual De Mato GrossoR$ 2.83017,6%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Sozo E Forlin LtdaR$ 2.27318,1%
- TransporteTudo de Grando Comercio De Combustiveis EireliR$ 1.31610,5%
- EscritórioR$ 310,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Sapezal (MT), 2020
Chapadinha: R$ 28,4 por voto (mediana da disputa, R$ 27,7). Quem venceu, Mauro Galvão Da Novo Tempo, gastou R$ 16,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 78,7; o mais barato, R$ 16,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chapadinha. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Preta PSCR$ 18 mil · 234 votosR$ 78,7
- Andre Pozzobom PLR$ 20 mil · 281 votosR$ 72,3
- Ubaldo PROSR$ 9,8 mil · 169 votosR$ 58,2
- Ronaldo Gato PSCR$ 21 mil · 459 votosR$ 46,2
- Joilson Enfermeiro PSLR$ 15 mil · 410 votosR$ 36,8
- Chapadinha PLR$ 13 mil · 442 votosR$ 28,4
- Dra Zildinei PLR$ 13 mil · 486 votosR$ 27,7
- Antonio Verdureiro PSLR$ 8,2 mil · 330 votosR$ 25
- Antonio Rodrigues PROSR$ 7,6 mil · 354 votosR$ 21,4
- Luizinho Motorista PSLR$ 7,8 mil · 430 votosR$ 18,2
- Ailton Primitivo PSLR$ 7,5 mil · 422 votosR$ 17,8
- Mauro Galvão Da Novo Tempo PPR$ 7,5 mil · 455 votosR$ 16,5
Votos por real
- 2020, vereador: 35 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.