Cezar Dallacorte
Cezar Antonio Dallacorte · nasceu em 1956
Cezar Dallacorte se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, superior completo, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Catuípe (RS)PDT 12400· centro-esquerda· na urna, Cezar Antonio Dallacortesuplente283 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cezar Dallacorte declarou R$ 443,1 mil em bens, em reais de hoje: 7,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 92,1 mil acima da inflação.
Declarou 7,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Cezar DallacorteR$ 443,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma fracao de terras de campoR$ 258,6 milOutros bens imóveis rural
- Caminhonete marca fordR$ 67,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Aplicacao em caderneta de poupanca ouroR$ 47,1 milCaderneta de poupança
- Uma fracao de terras de campoR$ 28,7 milOutros bens imóveis rural
- Caminhao marca fordR$ 28,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em conta correnteR$ 12,1 milConta corrente no país
- Aplicacao em caderneta de poupancaR$ 376Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cezar Dallacorte declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Catuípe (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.74148,7%
- PessoasR$ 1.66346,5%
- Fundo eleitoralR$ 1704,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.41370,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 99129,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Catuípe (RS), 2020
Cezar Dallacorte: R$ 12,4 por voto (mediana da disputa, R$ 11,3). Quem venceu, Alemão Burmann, gastou R$ 6,75 por voto. O voto mais caro custou R$ 38,8; o mais barato, R$ 6,75.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cezar Dallacorte. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vera PPR$ 4,6 mil · 118 votosR$ 38,8
- Pedro Bespa PPR$ 7,6 mil · 231 votosR$ 32,9
- Dito PPR$ 6,1 mil · 191 votosR$ 32,1
- Ester Guarda Móia PPR$ 2,7 mil · 87 votosR$ 30,9
- Dejair PPR$ 6,4 mil · 212 votosR$ 30,3
- Cezar Dallacorte PDTR$ 3,4 mil · 275 votosR$ 12,4
- Paulinho PPR$ 5,3 mil · 470 votosR$ 11,3
- Rubian Konageski PDTR$ 4 mil · 382 votosR$ 10,5
- Luiz Baroni PDTR$ 2,8 mil · 381 votosR$ 7,37
- Adriana Prestes PDTR$ 2,7 mil · 387 votosR$ 7,00
- Joabel Zimmermann PDTR$ 2,8 mil · 401 votosR$ 6,99
- Alemão Burmann PDTR$ 3,2 mil · 478 votosR$ 6,75
Votos por real
- 2020, vereador: 81 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.