Cesar Pagan
Cesar Jose Bonjuani Pagan · nasceu em 1962
Cesar Pagan disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Amparo (SP)), pelo PT: eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 42 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Cesar Pagan declarou ao TSE R$ 108 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Amparo (SP) · PT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 74,4 mil69%
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 18,7 mil17,4%
- PartidoTudo de Partido Dos Trabalhadores - AmparoR$ 14,7 mil13,6%
Para onde foi
- Eventos2 pessoas, não nomeadasR$ 9.0578,4%
- OutrosR$ 16< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Amparo (SP), 2004
Cesar Pagan: R$ 6,75 por voto (mediana da disputa, R$ 16,3). O voto mais caro custou R$ 16,8; o mais barato, R$ 6,75.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Graminha PSDBR$ 101 mil · 6.048 votosR$ 16,8
- Scabora DEMR$ 209 mil · 12.856 votosR$ 16,3
- Cesar Pagan PTR$ 108 mil · 15.963 votosR$ 6,75
Votos por real
- 2004, prefeito: 148 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.