Celso Teixeira
Celso Teixeira de Freitas · nasceu em 1949
Celso Teixeira se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, ensino médio, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Celso Teixeira declarou R$ 405,5 mil em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 139,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Celso TeixeiraR$ 405,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovel ruralR$ 248,1 milTerra nua
- Dinheiro em mãosR$ 87,6 milDinheiro em espécie
- Gol 1.6 2013/2014R$ 40,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Capital social na credicopeR$ 27,6 milOutras participações societárias
- BB automatico banco do brasilR$ 1.454Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Fundo de investimento na caixaR$ 14Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Conta corrente na cooperativa de creditoR$ 9Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Celso Teixeira declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 24 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Resplendor (MG) · PTB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 2.74756,4%
- Material impressoR$ 1.40128,8%
- ServiçosR$ 72214,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Resplendor (MG), 2020
Celso Teixeira: R$ 52,4 por voto (mediana da disputa, R$ 25,4). Quem venceu, Clebinho Leal, gastou R$ 12,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,2; o mais barato, R$ 12,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Celso Teixeira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Daria Da Funerária PSLR$ 7,8 mil · 94 votosR$ 83,2
- Washington Moreno REPUBLICANOSR$ 8,5 mil · 136 votosR$ 62,5
- Celso Teixeira PTBR$ 4,9 mil · 93 votosR$ 52,4
- Nego Ruela SOLIDARIEDADER$ 5,8 mil · 135 votosR$ 42,8
- Cinthia Tonani PPR$ 12 mil · 356 votosR$ 34,2
- Carla Butilheiro REPUBLICANOSR$ 7,5 mil · 272 votosR$ 27,4
- Guilherme Moreira PSDR$ 14 mil · 558 votosR$ 25,4
- Silas Cabeleireiro REPUBLICANOSR$ 4,3 mil · 187 votosR$ 23,2
- Professor Reinaldo REPUBLICANOSR$ 4,4 mil · 211 votosR$ 21
- Alvaro Carrijo PPR$ 9,8 mil · 504 votosR$ 19,4
- Geovani Krenak PSDR$ 5,9 mil · 430 votosR$ 13,8
- Clebinho Leal PSLR$ 5,7 mil · 469 votosR$ 12,2
Votos por real
- 2020, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.