Celomar Maass
nasceu em 1969
Celomar Maass disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Cristal (RS)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 35 anos, ensino médio, servidor publico municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Celomar Maass declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Cristal (RS) · PSDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteTudo de Coqueiro Combustiveis E Serviços LtdaR$ 1.51233,3%
- Material impressoTudo de Ereni Maria De Lourdes Da SilvaR$ 97721,5%
- EscritórioR$ 942,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cristal (RS), 2004
Celomar Maass: R$ 9,76 por voto (mediana da disputa, R$ 3,60). Quem venceu, Beto Grill, gastou R$ 3,60 por voto. O voto mais caro custou R$ 9,76; o mais barato, R$ 3,56.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Celomar Maass. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Celomar Maass PSDBR$ 4,5 mil · 465 votosR$ 9,76
- Beto Grill PSBR$ 8,8 mil · 2.441 votosR$ 3,60
- Laerte MDBR$ 6,5 mil · 1.813 votosR$ 3,56
Votos por real
- 2004, prefeito: 102 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.