Apuração
Vereador · 2016 · PATRIOTA

Célio Pacol

Celio Antonio Carlos da Costa · nasceu em 1966

Célio Pacol se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPATRIOTA+0,54← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSDB2016PATRIOTA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2008), PATRIOTA (2016).

VereadorPartidoPSDBPATRIOTA20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Douradina (MS)
    PATRIOTA 51456· direita
    suplente98 votos
  2. 2008
    Vereador · Douradina (MS)
    PSDB 45678· centro-direita· na urna, Celio Pacol
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Célio Pacol declarou R$ 97,5 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 1,7 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 97,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 60.000 na declaração)

Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • Célio PacolR$ 97,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 97,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Parte lote 23R$ 24,4 mil
    Outros bens imóveis
  2. Lote 7, quadra 66, na cidade de douradinaR$ 24,4 mil
    Outros bens imóveis
  3. Lote 21, quadra 44, cidade de douradinaR$ 24,4 mil
    Outros bens imóveis
  4. Lote 14, quadra 45, na cidade de douradinaR$ 24,4 mil
    Outros bens imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Célio Pacol declarou ao TSE R$ 4,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Douradina (MS) · PATRIOTA · suplente

De onde veio

R$ 4.210
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.210.
  1. PessoasR$ 3.40080,8%
  2. Outros candidatosR$ 81019,2%

Para onde foi

R$ 4.207
O maior gasto foi com transporte: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.207.
  1. TransporteR$ 2.42657,7%
  2. ServiçosR$ 1.78142,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Douradina (MS), 2016

Célio Pacol: R$ 42,9 por voto (mediana da disputa, R$ 31,9). Quem venceu, Niva Pinto, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,2; o mais barato, R$ 12.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Célio Pacol. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.