Celio Miguel Weirich
nasceu em 1953
Celio Miguel Weirich disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Gaurama (RS)), pelo PTB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 59 anos, superior completo, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, Celio Miguel Weirich declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, em reais de hoje.
2012 · Prefeito · Gaurama (RS) · PTB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 44,1 mil97,3%
- PartidoR$ 1.2222,7%
Para onde foi
- Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 9.85621,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.2462,7%
- OutrosR$ 3640,8%
- EscritórioR$ 4< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Gaurama (RS), 2012
Celio Miguel Weirich: R$ 32,4 por voto (mediana da disputa, R$ 32,4). Quem venceu, Gilmar, gastou R$ 36 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Celio Miguel Weirich. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gilmar MDBR$ 115 mil · 3.201 votosR$ 36
- Celio Miguel Weirich PTBR$ 45 mil · 1.401 votosR$ 32,4
Votos por real
- 2012, prefeito: 31 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.