Cau de Valdemar
Carlos Clay Pereira Santos · nasceu em 1976
Cau de Valdemar se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 2 partidos: PSC (2012–2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 48 anos, superior completo, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Cau de Valdemar declarou R$ 355,7 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 322,8 mil acima da inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Cau de ValdemarR$ 355,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Sitio são joão grande as margens da BR 116R$ 165,7 milOutros bens imóveis rural
- Casa residencial no município de ponto dos volantesR$ 165,7 milCasa
- Astra ano 2003/2004R$ 22,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Depósito em contaR$ 2.209Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cau de Valdemar declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 9,6 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Ponto dos Volantes (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.73463,2%
- Próprio bolsoR$ 1.42232,9%
- Outros candidatosR$ 1713,9%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.73465,8%
- Material impressoR$ 1.42234,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Ponto dos Volantes (MG), 2024
Cau De Valdemar: R$ 23,7 por voto (mediana da disputa, R$ 14,3). Quem venceu, Nicó De Joel, gastou R$ 9,46 por voto. O voto mais caro custou R$ 67,2; o mais barato, R$ 9,46.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cau De Valdemar. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Naivana Borges PSBR$ 3,8 mil · 57 votosR$ 67,2
- Wesley De Demá PSDR$ 3,7 mil · 92 votosR$ 39,8
- Dizão PSDR$ 3,5 mil · 128 votosR$ 27,3
- Cau De Valdemar PSDR$ 4,2 mil · 175 votosR$ 23,7
- Jú De Santana SOLIDARIEDADER$ 3,4 mil · 199 votosR$ 17,1
- Zé Prego PSBR$ 3,2 mil · 201 votosR$ 16,1
- Luiz Da Autoescola PSDBR$ 4,5 mil · 317 votosR$ 14,3
- Marcos Pedreiro PSDBR$ 3,9 mil · 287 votosR$ 13,6
- Pingo Da Farmácia PSDBR$ 4,9 mil · 388 votosR$ 12,6
- Guina Dos Marinheiros PSBR$ 3,8 mil · 316 votosR$ 12,1
- Tauzinho Da Palha PSDR$ 4 mil · 375 votosR$ 10,6
- Nicó De Joel SOLIDARIEDADER$ 4 mil · 423 votosR$ 9,46
Votos por real
- 2024, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.