Apuração
Deputada estadual · 2006 · PHS

Carmem Lucia Hartmann

nasceu em 1961

Carmem Lucia Hartmann disputou uma eleição, em 2006, para deputada estadual (Rio Grande do Sul), pelo PHS: não eleita.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,17← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPHS2006
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2006, não eleita.

Declarou ao TSE em 2006: 45 anos, superior completo, odontólogo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputada estadual · Rio Grande do Sul
    PHS 31123· centro-direita
    não eleita937 votos; 358º mais votada de 486 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Carmem Lucia Hartmann teve 937 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 358º lugar entre 486 candidatos.

Recebeu votos em 58 cidades. Tabaí deu 23,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,0%.

937 votos
votos para deputada estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 937 votos.
  1. Tabaí (RS)216 votos23,1%
  2. Montenegro (RS)169 votos18%
  3. Taquari (RS)137 votos14,6%
  4. Triunfo (RS)65 votos6,9%
  5. Porto Alegre (RS)61 votos6,5%
  6. Outras 43 cidades122 votos13%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Carmem Lucia Hartmann declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 7,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 1,9 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 635.343 na declaração)

Declarou 7,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2006.

  • Carmem Lucia HartmannR$ 1,9 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 268,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 894,4 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,9 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Carmem Lucia Hartmann declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputada estadual · Rio Grande do Sul · PHS · não eleita

De onde veio

R$ 18,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 18,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 1100,6%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Rio Grande do Sul, 2006

Mediana da disputa: R$ 19,3 por voto. Quem venceu, Paulo Odone, gastou R$ 8,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 491; o mais barato, R$ 8,07.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputada estadual: 51 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.