Apuração
Prefeito · 2020 · PTB

Carlos Ziulkoski

nasceu em 1939

Carlos Ziulkoski se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PTB2016PTB2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.

Sempre pelo PTB.

PrefeitoPartidoPTB20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 81 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PTB 14· centro-direita
    não eleito1.132 votos, 40,9%
  2. 2016
    PTB 14· centro-direita
    não eleito999 votos, 33,0%
  3. 2012
    PTB 14· centro-direita
    eleito1.628 votos, 52,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Carlos Ziulkoski declarou R$ 2 mi em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 299,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.393.707 na declaração)

Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Carlos ZiulkoskiR$ 2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. 3 Ha de terras com galpoes e demais benfeitorias em…R$ 430,9 mil
    Terra nua
  2. 13 Ha de terras com casaR$ 337,6 mil
    Terra nua
  3. Casa com respectivo terreno em Mariana Pimentel/RSR$ 287,3 mil
    Casa
  4. Casa com respectivo terreno Municipio de Xangrilá/RSR$ 287,3 mil
    Casa
  5. Terreno com Casa praia da Pinheira/SCR$ 229,8 mil
    Terreno
  6. Terreno Cidade de Guaiba/RSR$ 158 mil
    Terreno
  7. Veiculo Honda CivicR$ 143,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. aplicação renda fixaR$ 106,1 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  9. Valor em EspecieR$ 21,5 mil
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlos Ziulkoski declarou ao TSE R$ 182 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 104 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Mariana Pimentel (RS) · PTB · não eleito

De onde veio

R$ 14,3 mil
44% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 7.92555,5%
  2. Fundo eleitoralTudo de Partido Trabalhista BrasileiroR$ 6.35344,5%

Para onde foi

R$ 14,3 mil
O maior gasto foi com serviços: 34% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 4.81233,7%
  2. Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 3.73026,1%
  3. Material impressoTudo de Felipe De FariasR$ 2.76019,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Mariana Pimentel (RS), 2020

Carlos Ziulkoski: R$ 12,6 por voto (mediana da disputa, R$ 29,9). Quem venceu, Renato, gastou R$ 29,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 12,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Ziulkoski. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 79 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.