Apuração
Deputado estadual · 2006 · PT

Carlos Santos

Carlos Pereira dos Santos · nasceu em 1981

Carlos Santos disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Tocantins), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPT2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 25 anos, superior incompleto. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Tocantins
    PT 13151· centro-esquerda
    suplente279 votos; 161º mais votado de 311 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Carlos Santos teve 279 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 161º lugar entre 311 candidatos.

Recebeu votos em 20 cidades. Araguaína deu 59,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,2%.

279 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 279 votos.
  1. Araguaína (TO)165 votos59,1%
  2. Ananás (TO)56 votos20,1%
  3. Araguanã (TO)12 votos4,3%
  4. Xambioá (TO)12 votos4,3%
  5. Riachinho (TO)9 votos3,2%
  6. Outras 5 cidades5 votos1,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Carlos Santos declarou R$ 20,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 20,9 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 7.000 na declaração)

Declarou 23% da mediana dos candidatos a deputado estadual no Tocantins em 2006.

  • Carlos SantosR$ 20,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 89,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 20,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Carlos Santos declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Tocantins · PT · suplente

De onde veio

R$ 24,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 24,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros candidatosTudo de Carlos Pereira Dos Santos 13151-ToR$ 7.11929%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.4535,9%

Para onde foi

R$ 24,6 mil
O maior gasto foi com escritório: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 24,6 mil.
  1. EscritórioR$ 23,1 mil94,1%
  2. OutrosR$ 1.4535,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Tocantins, 2006

Mediana da disputa: R$ 46,9 por voto. Quem venceu, Fábio Martins, gastou R$ 21,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 21,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 11 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.