Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Carlos Santos

Carlos Antonio de Oliveira Santos · nasceu em 1968

Carlos Santos se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008DEM2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), PDT (2016).

VereadorPartidoDEMPDT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Campo Grande (MS)
    PDT 12012· centro-esquerda
    suplente
  2. 2008
    Vereador · Campo Grande (MS)
    DEM 25678· direita
    suplente5.224 votos
  3. 2004
    Vereador · Campo Grande (MS)
    DEM 25678· direita
    suplente3.294 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlos Santos declarou ao TSE R$ 191 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 107 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Campo Grande (MS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 67,2 mil
41% veio de fundos públicos; 10 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 67,2 mil.
  1. PessoasR$ 39,1 mil58,2%
  2. Fundo partidárioR$ 24,3 mil36,1%
  3. Outros candidatosR$ 3.8055,7%

Para onde foi

R$ 67 mil
O maior gasto foi com pessoal: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 67 mil.
  1. PessoalR$ 28,3 mil42,2%
  2. TransporteR$ 17,2 mil25,6%
  3. Material impressoR$ 11,6 mil17,3%
  4. ServiçosR$ 4.8587,2%
  5. EscritórioR$ 3.3315%
  6. Rádio, TV e vídeoR$ 1.7812,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Campo Grande (MS), 2016

Mediana da disputa: R$ 99 por voto. Quem venceu, Dr. Lívio, gastou R$ 55,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 13.276; o mais barato, R$ 55,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 199 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.