Carlos Salgueiro
nasceu em 1951
Carlos Salgueiro se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PP (2004–2008), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 60 anos, superior completo, prefeito. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Carlos Salgueiro declarou R$ 788,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 354,2 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2012.
- Carlos SalgueiroR$ 788,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 872,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 9 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Um veiculo micro onibusR$ 311,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Quota capitalR$ 131,5 milQuotas ou quinhões de capital
- Uma cota de consorcio de caminhão chassi e carroceria…R$ 102,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Aeronave - avião matricula pp-dsfR$ 76 milAeronave
- Um terreno urbano situado condominio alphaville na cidade…R$ 53,3 milTerreno
- Um veiculo marca renault modelo sandero ano fab. 2008…R$ 46,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veiculo montana chevrolet ano 2001 cor cinzaR$ 43,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veiculo camionete GM/S-10 ano 2011 modelo 2011 cor brancaR$ 15,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veiculo marca VW saveiro ano 2011 modelo 2011R$ 7.608Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Salgueiro declarou ao TSE R$ 162 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 113 mil.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Santa Rita do Araguaia (GO) · PSD · não eleito
De onde veio
- Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 52,1 mil46,1%
- Próprio bolsoR$ 43,6 mil38,6%
- EmpresasTudo de Montina Transporte LtdaR$ 10,8 mil9,6%
- Fundo partidárioTudo de Direção Estadual/DistritalR$ 6.4985,8%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo2 pessoas, não nomeadasR$ 15,2 mil13,4%
- Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 7.7186,8%
- InternetR$ 650,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santa Rita do Araguaia (GO), 2012
Carlos Salgueiro: R$ 120 por voto (mediana da disputa, R$ 66,3). Quem venceu, João Batista, gastou R$ 50,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 120; o mais barato, R$ 47,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Salgueiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carlos Salgueiro PSDR$ 113 mil · 938 votosR$ 120
- Valmir Rodrigues AGIRR$ 13 mil · 133 votosR$ 99,2
- Antonio Cajango MDBR$ 25 mil · 376 votosR$ 66,3
- João Batista PSDBR$ 74 mil · 1.452 votosR$ 50,7
- Amaury PTR$ 25 mil · 526 votosR$ 47,9
Votos por real
- 2012, prefeito: 8,8 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.