Carlos Ronalsa
Carlos Ronalsa Beltrao Coelho da Paz · nasceu em 1954
Carlos Ronalsa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PP (2008), MDB (2016), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 70 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Piaçabuçu (AL)PSD 15· centro-direitaNa chapa de Rymes Lessachapa eleita5.010 votos da chapa, 42,5%
- 2016Vice-prefeito · Piaçabuçu (AL)MDB 45· centro-direitaNa chapa de Dr. Lúciachapa não eleita4.351 votos da chapa, 43,1%
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Carlos Ronalsa declarou R$ 970,7 mil em bens, em reais de hoje: 90 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Alagoas.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 90 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Alagoas em 2008.
- Carlos RonalsaR$ 970,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 80,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Ronalsa declarou ao TSE R$ 466 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 249 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Maceió (AL) · PP · eleito
De onde veio
- Pessoas14 pessoas, não nomeadasR$ 102,5 mil41,2%
- Próprio bolsoR$ 17,4 mil7%
- Outros candidatosR$ 7.4973%
Para onde foi
- Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 37,4 mil15%
- Material impressoR$ 27,8 mil11,2%
- ServiçosR$ 1.7400,7%
- EscritórioR$ 1820,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Maceió (AL), 2008
Carlos Ronalsa: R$ 40,3 por voto (mediana da disputa, R$ 44,5). Quem venceu, Pastor João Luiz, gastou R$ 30,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,1; o mais barato, R$ 30,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Ronalsa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joao Mendes REPUBLICANOSR$ 241 mil · 2.435 votosR$ 99,1
- Jorge Vi PSCR$ 316 mil · 3.425 votosR$ 92,2
- Dudu Hollanda MOBILIZAR$ 539 mil · 6.268 votosR$ 86
- Marcos Alves PLR$ 203 mil · 3.230 votosR$ 62,9
- Marcelo Malta PC do BR$ 261 mil · 4.402 votosR$ 59,3
- Silvania Barbosa AVANTER$ 317 mil · 6.648 votosR$ 47,6
- Tereza Nelma PSBR$ 297 mil · 6.667 votosR$ 44,5
- Nery Almeida PVR$ 237 mil · 5.828 votosR$ 40,6
- Carlos Ronalsa PPR$ 249 mil · 6.176 votosR$ 40,3
- Davi Davino PPR$ 266 mil · 7.440 votosR$ 35,7
- Galba Novaes REPUBLICANOSR$ 538 mil · 15.241 votosR$ 35,3
- Pastor João Luiz DEMR$ 251 mil · 8.225 votosR$ 30,5
Votos por real
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.